Nos últimos dias, dezenas de alunos utilizaram uma publicação da página oficial da faculdade DeVry Facimp em uma rede social para denunciar as péssimas condições estruturais dos cursos que a instituição oferece.
Segundo eles, toda a publicidade em volta da faculdade é inverídica e que, após a venda da Facimp para o grupo DeVry, faltam materiais básicos para os laboratórios e os equipamentos se encontram sucateados. A grande maioria das denúncias são referentes ao curso de Odontologia que atualmente está com mensalidade no valor de R$ 2.402,43. “É um absurdo ter que atender o paciente em um box que não funciona adequadamente, refletores que ligam e desligam a todo momento, mangueira de irrigação das canetas TD ressecada e quebradas.
Ter que atender o paciente com ele praticamente sentado na cadeira, pois a mesma travou antes de se colocar o paciente em posição de trabalho. Com isso, você termina o procedimento suando frio com tanta dor nas costas, como já aconteceu comigo. É revoltante! ”, denuncia a estudante de odontologia, Gilvania Vargas. A Facimp iniciou suas atividades acadêmicas em Imperatriz no ano de 2001.
Atualmente, possui cerca de 2.000 alunos, 10 cursos de graduação, dentre eles: Odontologia, Direito, Farmácia e Enfermagem. Desde junho de 2016, passou a integrar a DeVry Brasil. “É uma realidade triste para quem estuda. A falta de materiais em clínica, a baixa qualidade de equipamentos e livros.
É uma faculdade cara, e deixa muito a desejar. Mesmo depois de tantas promessas da administração nova, ainda há carência em vários pontos, espero que sejam corrigidos e que venha condizer com a qualidade internacional que tanto pregam”, publicou o estudante Vinicius Bandeira. Com grandes prejuízos para a formação, os estudantes buscam respostas e providencias urgentes da administração. A assessoria do blog tentou entrar em contato com a Assessoria da Devry Facimp, mas as ligações não foram atendidas.



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